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Apesar das turbulências, private equity cresce na região, diz Guillaume, da Confrapar

Kadu Guillaume, sócio da Confrapar, aparece de camisa longa ao fundo de um prédio com arbustos

Na avaliação do fundador da Confrapar, gestora com cerca de R$ 1 bilhão em ativos, mercado permanece aquecido por ativos descontados

Kadu Guillaume, sócio da Confrapar, diz que a turbulência global não esfriou o apetite das empresas

Kadu Guillaume é sócio e um dos fundadores da Confrapar, gestora brasileira de private equity e growth equity especializada em investimentos em empresas impulsionadas por tecnologia na América Latina, com cerca de R$ 1 bilhão em ativos sob gestão. Com mais de 15 anos de experiência na área e atuações em mercados da América Latina, Ásia e Estados Unidos, ele traçou, em entrevista exclusiva ao BRAZIL ECONOMY, o cenário de private equity no Brasil e na América Latina. Apesar do momento desafiador da economia internacional, a região segue como um polo atrativo para quem quer apostar nessa tendência. Confira a entrevista completa:

Como você enxerga o mercado de private equity atualmente no Brasil?

Esse mercado tende a ser, por natureza, oportunístico. Mesmo em contextos desafiadores, como o atual, marcado por juros elevados, câmbio volátil e incertezas políticas, ele permanece ativo na busca por ativos descontados, oportunidades de consolidação e empresas com fundamentos sólidos, que possam se beneficiar tanto de capital para crescimento quanto de uma gestão mais profissionalizada. O setor vinha atuando de forma mais oportunística, com foco em oportunidades pontuais. É importante que as empresas busquem teses de crescimento estruturadas, capazes de transformar empresas tradicionais em líderes de seus nichos, promover a consolidação de mercados e criar negócios mais competitivos e inovadores.

Qual o principal perfil de clientes que vocês enxergam como potenciais para este mercado?

Na Confrapar, a atuação como investidora está direcionada a estratégias de crescimento com algum viés tecnológico, ainda que não exclusivamente. Esse perfil mantém forte demanda, tanto de parceiros estratégicos, que agregam valor além do capital, quanto de investidores interessados em suporte para novos ciclos de expansão, acesso a redes de relacionamento e conhecimento setorial aprofundado. Ao investir em empresas com estratégias de crescimento apoiadas por tecnologia, é possível promover ajustes rápidos, reposicionar negócios no mercado e acelerar processos de digitalização e profissionalização. Além disso, a presença regional permite identificar quais países estão melhor posicionados para se beneficiar de distorções comerciais como essa, ampliando o potencial de retorno ajustado ao risco. Um setor em que a tecnologia vem desempenhando papel central é o de finanças, onde o Brasil se destaca internacionalmente, por meio de fintechs, insuretechs e plataformas de apoio à gestão.

Além de escritórios em cidades brasileiras, a Confrapar também possui operações em Bogotá e na Cidade do México. Você nota uma diversificação da cobertura de private equity para a América Latina?

Sim. A presença regional da Confrapar vai além do Brasil, abrangendo toda a América Latina. Essa cobertura geográfica permite diluir riscos específicos de cada país e, ao mesmo tempo, aproveitar oportunidades de transformação que surgem de forma assimétrica na região. A integração latino-americana amplia as alternativas de investimento e cria oportunidades concretas de expansão internacional para as empresas do portfólio, fortalecendo o retorno ajustado ao risco. Aliás, aqui eu destaco as áreas de logística e agronegócio, em que o Brasil e a América Latina já são tradicionalmente fortes, mas que apresentam grande potencial de crescimento com a aplicação de tecnologia e digitalização de processos, permitindo escalar operações.

Como as medidas protecionistas de Donald Trump impactam este mercado no Brasil?

A aplicação de tarifas sobre exportações brasileiras certamente cria desafios pontuais para algumas empresas exportadoras, como a Embraer e outras. No entanto, o impacto sobre o setor de private equity precisa ser analisado com mais nuances. Barreiras comerciais podem reduzir a competitividade de determinados players, mas também geram oportunidades, como substituição de exportações, redirecionamento de cadeias logísticas e surgimento de novos fornecedores locais.

Quais os principais setores que devem apostar em private equity no Brasil?

Os setores brasileiros em que concentramos nossos investimentos estão alinhados a teses de crescimento sólido, com potencial de expansão regional e uso estratégico da tecnologia como alavanca. Mesmo em segmentos tradicionais, temos identificado empresas capazes de escalar, inovar e se tornarem líderes em seus nichos. O setor de saúde é muito pulsante, incluindo serviços especializados, soluções de apoio e gestão hospitalar. São negócios que podem se beneficiar de capital para expansão, consolidação de mercados fragmentados e adoção de novas tecnologias, como inteligência artificial aplicada à saúde. Outra área importante é a de ensino, principalmente educação continuada e profissionalizante, com foco em soluções digitais voltadas à inclusão produtiva e à empregabilidade, também impulsionadas pelo uso de inteligência artificial.

O Brasil ultrapassa 1.000 jatos e vira 2º maior mercado global

Pelo menos no céu, o Brasil já ocupa lugar de destaque global. Segundo levantamento da Flapper, o país acaba de ultrapassar a marca de 1.000 jatos executivos registrados — se consolidando como o segundo maior mercado de aviação privada do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.

O número coloca o Brasil à frente de potências como México, Canadá e Alemanha, e destaca o ritmo acelerado de crescimento da aviação executiva no país. Em apenas cinco anos, o Brasil foi o país que mais adicionou jatinhos à frota privada.

Os dados de maio de 2025 mostram:

🇺🇸 Estados Unidos: 16.570 jatos
🇧🇷 Brasil: 1.033
🇲🇽 México: 698
🇨🇦 Canadá: 684
🇩🇪 Alemanha: 445

A explosão do número de aeronaves reflete não só o aumento da demanda por mobilidade aérea entre empresários, políticos e investidores, mas também o amadurecimento do mercado de táxi aéreo no país.

A Flapper, plataforma global de aviação sob demanda, é uma das protagonistas desse movimento. Com sede no Brasil e Portugal, e escritórios em hubs estratégicos ao redor do mundo, a empresa já transportou mais de 30 mil passageiros, mantendo índices de segurança considerados impecáveis no setor.

O cenário atual reforça o papel do Brasil como hub de aviação executiva na América Latina e revela um comportamento de consumo que vem se consolidando entre os altos executivos e famílias de alta renda: fugir dos aeroportos comerciais e ganhar tempo no ar.

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Publicado em 03/06/2025

 

Ingressos online devem gerar US$ 100 bi até 2029

O mercado global de ingressos online segue em forte expansão e deve atingir a marca de US$ 101,36 bilhões (R$ 574,7 bilhões) até 2029, segundo estudo da Market Research Future. A estimativa reflete a digitalização dos eventos, o crescimento do entretenimento ao vivo e a busca dos consumidores por experiências conectadas e personalizadas.

No Brasil, embora faltem dados consolidados, o cenário também é de crescimento. Projeções da PwC apontam que o setor de entretenimento e mídia deve alcançar US$ 41,3 bilhões (aproximadamente R$ 240 bilhões) até 2027. Segundo a Abrape, o setor de eventos cresceu 19% em 2024, com faturamento de US$ 51 bilhões. Especificamente no segmento de ingressos online, o faturamento foi de US$ 81 milhões no mesmo ano.

Hoje, cerca de 330 empresas atuam na venda de ingressos no país, abrangendo desde grandes shows e festivais até eventos menores, como palestras, cursos, mentorias, cinema e teatro. Também fazem parte desse ecossistema eventos esportivos de diferentes escalas e iniciativas municipais. Entre os principais players do mercado está a Ingresse, que tem se consolidado como referência em tecnologia de venda de ingressos na América Latina.

Dados da Serasa revelam que 46% dos brasileiros destinam parte do orçamento mensal para shows e eventos. Outra pesquisa realizada pelo Viagogo em parceria com o YouGov mostra que 43% dos entrevistados estariam dispostos a abrir mão do consumo de álcool para garantir a compra de ingressos.

Com a digitalização do setor, novas soluções tecnológicas têm sido incorporadas, como controle de acesso inteligente, sistemas cashless, carteiras digitais e reconhecimento facial. De acordo com levantamento da consultoria McKinsey, 71% dos consumidores esperam experiências personalizadas das marcas — tendência que também se reflete no consumo de ingressos e no planejamento de eventos. 

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Publicado em 03/06/2025

Flapper atinge breakeven com R$ 49 mi

A Flapper, plataforma de mobilidade aérea sob demanda, anunciou que alcançou o breakeven após registrar receita de R$ 49 milhões no primeiro trimestre de 2025, consolidando-se como referência no setor de aviação executiva na América Latina. O marco foi atingido com operações em países como Brasil, México e Colômbia, evidenciando sua escalabilidade e modelo de negócios eficiente.

A conquista do breakeven marca uma virada estratégica para a empresa, que desde 2016 vem expandindo suas operações com foco em tecnologia e crescimento sustentável. A receita foi impulsionada por um aumento de 60% na demanda por voos fretados e compartilhados, além do fortalecimento da sua presença em hubs regionais de alto valor.

“Chegamos ao ponto de equilíbrio porque conseguimos estruturar a operação sem queimar caixa e com margem. Em 2025, queremos ir além dos negócios atuais e demonstrar que possuir um avião também pode ser feito de maneira estruturada e inteligente”, afirmou Paul Malicki, CEO da Flapper.

A empresa agora planeja ampliar sua atuação na Europa e no Oriente Médio, com novas rotas e parcerias logísticas em negociação.

Para mais detalhes, acesse: Link da Notícia

Outras Notícias
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Notícia publicada em 15/05/2025.

 

 

UCB e Powin firmam parceria em armazenamento de energia

A UCB Power, líder brasileira em soluções de armazenamento de energia, e a Powin, empresa global sediada nos EUA especializada em sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS), firmaram um Memorando de Entendimento (MOU) para estabelecer uma parceria estratégica. O objetivo é escalar o mercado brasileiro de armazenamento de energia em larga escala (acima de 30 MW), impulsionado pela crescente demanda por soluções confiáveis que acompanhem a expansão das energias renováveis e a necessidade de estabilidade da rede elétrica no país.

O Brasil se prepara para realizar, ainda em 2025, o primeiro Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP) voltado exclusivamente para armazenamento de energia. Esse movimento representa um marco para a modernização do setor elétrico, permitindo maior flexibilidade operacional e integração eficiente de fontes renováveis. Juntas, UCB e Powin unem forças para entregar soluções tecnológicas escaláveis, confiáveis e otimizadas para atender às necessidades locais do setor de energia.


União de expertises para acelerar a transição energética

A UCB traz sua experiência consolidada no mercado brasileiro de energia, com amplo conhecimento do setor, expertise regulatória e forte capacidade de desenvolvimento. Com uma Giga-Fábrica em Manaus e uma presença comercial estabelecida, a empresa já fabricou mais de 120 milhões de baterias de lítio e entregou mais de 65.000 sistemas off-grid remotos. Essa infraestrutura a posiciona como referência para impulsionar soluções de armazenamento de energia no Brasil.

A Powin, por sua vez, se destaca globalmente na integração de sistemas de armazenamento de energia. Com um histórico de entrega de mais de 17 GWh em projetos ao redor do mundo, a empresa desenvolve soluções baseadas em sua plataforma de hardware Pod e no software proprietário StackOS, garantindo desempenho confiável, eficiência e escalabilidade.


Impacto no futuro do setor energético brasileiro

De acordo com Marcelo Rodrigues, VP de Vendas e Inovação da UCB, a parceria representa um avanço estratégico para o Brasil:

“A demanda por armazenamento de energia em larga escala no Brasil crescerá exponencialmente à medida que avançamos na transição para fontes renováveis e fortalecemos a infraestrutura da rede elétrica. Esta parceria com a Powin reforça nosso compromisso de trazer soluções de classe mundial para o mercado brasileiro, alinhadas às necessidades locais.”

Mark Babcock, CRO da Powin, também destacou a importância dessa colaboração:

“Como líder global em sistemas de armazenamento de energia, estamos entusiasmados em unir forças com a UCB para liberar todo o potencial do mercado brasileiro. Nossa tecnologia proprietária e experiência na cadeia de suprimentos, combinadas com a presença e conhecimento regulatório da UCB, estabelecerão um novo padrão para armazenamento de energia em larga escala no país.”


Perspectivas para o mercado de armazenamento de energia no Brasil

Com a proximidade do Leilão LRCAP 2025, que deve atrair investimentos significativos para armazenamento de energia, a parceria entre UCB e Powin está bem posicionada para moldar o futuro do setor elétrico brasileiro. Ao combinar inovação tecnológica e expertise local, as empresas pretendem oferecer soluções confiáveis, escaláveis e economicamente viáveis para impulsionar a resiliência da matriz energética nacional.

Para mais detalhes sobre a parceria e suas soluções, acesse: Link da Notícia

Outras Notícias
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Notícia publicada em 11/03/2025.

Luísa Coelho está entre as Top Women Investors 2024 da LAVCA

Luísa Coelho, Managing Partner da Confrapar, foi reconhecida como uma das Top Women Investors in Latin America 2024 pela LAVCA. Pelo quarto ano consecutivo, Luísa integra essa lista, que destaca as principais investidoras nos setores de Venture Capital e Private Equity na América Latina.

Liderança na Confrapar e impacto no mercado

À frente das áreas de compliance, ESG e gestão de riscos da Confrapar, Luísa desempenha um papel estratégico na estruturação e negociação de investimentos da gestora. Com mais de 30 transações em Venture Capital e Private Equity, sua atuação reforça o compromisso da Confrapar com inovação e crescimento sustentável no setor de tecnologia.

"Honrada por ser incluída pela LAVCA entre as Top Women Investors in Latin America. Sou grata por fazer parte dessa comunidade e animada para continuar promovendo a representatividade no setor. Agradeço à LAVCA por celebrar e apoiar esse progresso”, declarou Luísa.
Luísa Coelho
Managing Partner

🔗 Saiba mais sobre a premiação: Perfil na LAVCA

🔗 Conheça a Confrapar: https://confrapar.com.br

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Publicado em: 4 de fevereiro de 2025.

 

Flapper leva aeronaves compartilhadas ao agronegócio

A Flapper, referência em aviação executiva sob demanda, está revolucionando o agronegócio com o modelo de aeronaves compartilhadas. A solução permite que produtores e empresários tenham acesso a voos privados sem os altos custos de aquisição e manutenção de uma aeronave própria, tornando o transporte mais ágil e acessível para o setor.

Mobilidade eficiente para o agro

Com o compartilhamento de aeronaves, a Flapper possibilita deslocamentos rápidos entre fazendas, centros urbanos e hubs estratégicos. O modelo permite que usuários paguem apenas pelo tempo de voo utilizado, reduzindo custos e ampliando a conectividade no setor.

Tecnologia e inovação no transporte aéreo

A plataforma digital da Flapper simplifica a reserva e a gestão de voos, oferecendo soluções sob demanda que conectam o agronegócio a polos estratégicos. A aviação compartilhada se apresenta como uma alternativa eficiente para otimizar operações e negociações no setor.

Aviação compartilhada impulsionando o agro

A crescente demanda por mobilidade no agronegócio reforça a inovação no setor. A Flapper se posiciona como um parceiro estratégico, proporcionando soluções que impulsionam a produtividade e a eficiência do agro.

Acesse a matéria no vídeo do YouTube, Clique Aqui.

Outras Notícias


Publicado dia 31/01/2025.

UCB Power capta R$ 150 milhões em Green Bond

A UCB Power, empresa especializada em baterias e sistemas de armazenamento de energia, garantiu um financiamento de R$ 150 milhões por meio da emissão de títulos verdes.

O recurso será utilizado para ampliar a capacidade de produção da fábrica em Manaus e desenvolver novos projetos de armazenamento de energia, reforçando o compromisso da empresa com práticas sustentáveis ​​e soluções inovadoras no setor de Energia Limpa.

A captação reafirma a posição da UCB Power como uma das principais empresas no segmento, contribuindo para a transição energética global e a construção de um futuro mais sustentável.

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Outras Notícias


Publicado em 30 de dezembro.

Ingresse fatura R$ 1,9 bi e aposta no futebol europeu

De olho no crescimento do mercado de eventos esportivos, a Ingresse, plataforma de entretenimento focada na venda de ingressos, busca protagonismo no universo do futebol. A empresa brasileira ampliou suas operações ao investir em clubes nacionais e planeja expandir para o cenário europeu, alavancada por fusões e aquisições estratégicas e um fundo de investimento dedicado ao esporte.

Em setembro, a Ingresse adquiriu a Ticket Sports, uma das sete aquisições realizadas pela empresa, fortalecendo sua presença em eventos esportivos. A Ingresse também expandiu seu portfólio com a BlackTag, IngressoLive e Virtualticket, empresas que atuam em eventos universitários e shows. Além de vender ingressos para jogos da Série A do Brasileirão, a Ingresse patrocina clubes, como no recente acordo com o Cruzeiro, com exposição de sua marca nas camisas dos jogadores.

“Nós ajudamos os parceiros de entretenimento e esporte a crescer com adiantamentos de crédito de nosso fundo de investimento”, explica Gabriel Benarrós, CEO da Ingresse. Com o fundo Encore, a empresa projeta investir R$ 100 milhões em 2024. A Ingresse opera em outros seis países, como França, Portugal, Espanha, Itália, Holanda e Uruguai. O propósito é alcançar novos públicos e diversificar suas fontes de receita que, mais tarde, será convertida em novos investimentos no Brasil.

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 Publicado em 12 novembro de 2024.

Flapper vence o World Luxury Travel Awards

A Flapper foi reconhecida como a melhor empresa da categoria Jet Charter da região. Ao todo, duas empresas da América do Sul foram homenageadas, com duas empresas globais de fretamento de jatos particulares conquistando reconhecimento.

A Flapper, plataforma que fornece acesso instantâneo a fretamentos de jatos particulares, foi homenageada como vencedora do World Luxury Travel Awards, competição internacional que destaca a excelência no setor de viagens de luxo. A conquista representa a segunda vitória consecutiva da empresa sediada em São Paulo, Brasil, que triunfou na categoria Private Jet Charter. O júri destacou a proposta de valor única da empresa, que inclui um aplicativo móvel que obteve 400 mil downloads e permite aos usuários acessar mais de 2.600 aeronaves para fretamento sob demanda.

Os prêmios deste ano foram determinados pelos votos de mais de 700.000 viajantes internacionais e profissionais do setor, garantindo que os vencedores sejam selecionados com base em experiências reais e conhecimentos de especialistas. Esta abordagem democrática aumenta a credibilidade e a relevância dos prêmios. Os Luxury Travel Awards reconhecem serviços de alta qualidade num amplo espectro de setores de viagens e turismo de luxo, incluindo hotéis, serviços de viagens, passeios e spas, proporcionando uma visão holística da excelência em viagens de luxo. Foram anunciados dois vencedores da América do Sul e quatro da América Central, incluindo empresas de aluguel de iates de luxo, Magic-Sea e Seaside Pacific. No total, a lista inclui duas empresas especializadas em fretamento de jatos particulares e quatro empresas que oferecem passeios de helicóptero, cobrindo regiões geográficas do Japão à Austrália e África do Sul.

Paul Malicki, CEO da Flapper, comentou: “Os voos fretados internacionais contribuem com mais de 60% de nossa receita, e ser identificado como um dos dois líderes na indústria de fretamento de jatos particulares fortalece nossa convicção em nossa capacidade de oferecer serviços seguros e de alta qualidade para UHNIs em todo o mundo.”

Brandon Lourens, fundador do World Luxury Travel Awards, disse: “Estendemos nossos mais sinceros parabéns a todos os vencedores do prêmio deste ano. Seu excepcional talento e dedicação estabeleceram novos padrões na indústria da hospitalidade de luxo.”

No início do ano, a Flapper tornou públicos seus esforços bem-sucedidos de arrecadação de fundos para a extensão da Série A, elevando o patrimônio total arrecadado pela empresa para US$ 9 milhões. Este impulso financeiro deverá preparar o caminho para a introdução de um programa de gestão de aeronaves em dezembro de 2024.

Sobre Flapper

Flapper é uma plataforma global de aviação privada sob demanda. Com sede no Brasil e escritórios locais nas principais cidades do mundo, a empresa comercializa voos regulares no Brasil e possui mais de 2.600 aeronaves fretadas com segurança aprovada em sua plataforma de marketplace. Flapper relata mais de 400.000 usuários de seu aplicativo móvel e é certificado pela ARGUS e pela Wyvern. Para mais informações, visite https://flyflapper.com.

 

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Publicado em: 8 de nov de 2024.