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A Flapper quer botar você num jatinho (por R$ 950)

A alta dos preços na Ponte Aérea com o fim das operações da Avianca produziu um efeito colateral bizarro: viajar de avião particular ficou relativamente acessível. A Avianca costumava fazer promoções de última hora – exatamente o oposto da dinâmica de precificação do setor, em que os bilhetes ficam mais caros com a proximidade do embarque.

Com um player a menos no mercado, hoje quem precisa voar no mesmo dia ou no dia seguinte dificilmente desembolsa menos de R$ 1 mil o trecho. Mas em vez de decolar de Congonhas com LATAM ou Gol, alguns passageiros preferem o conforto de um King Air, o equipamento que a Flapper usa na sua ponte aérea. O trecho custa R$ 950, com tarifas e bagagem incluída — mas tem que topar descer em Jacarepaguá.

A Flapper costuma ser descrita como “o Uber da aviação executiva”, mas o CEO Paul Malicki prefere chamá-la de uma “linha aérea butique”, ainda que a empresa não opere um só avião.

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