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How to keep up with what your child is eating at school

Nesta volta às aulas, que tal começar a ensinar seu filho a controlar o dinheiro que gasta na cantina da escola? Um aplicativo parceiro de 202 colégios permite que os pais façam um acompanhamento financeiro do que as crianças consomem de lanche. O app Nutrebem manda um resumo do consumo semanal na cantina e permite limitar gastos diários.

Em vez de entrar na fila e comprar seu lanche no caixa da cantina, as crianças compram em um terminal de autoatendimento da Nutrebem, como se fosse um caixa eletrônico. Elas têm sua própria conta digital, que pode ser recarregada pelos pais pelo aplicativo ou pessoalmente na cantina.

Por meio do terminal de autoatendimento, as crianças podem comprar o lanche com um cartão pré-pago da Nutrebem ou um login e uma senha. A partir desta semana, também poderão comprar com o celular, por QR code.

Se depender da Nutrebem, a transição para um mundo sem cartão vai ser rápida. “Nossa vida toda está indo para o celular e não é segredo que o cartão físico vai morrer. Precisamos preparar as crianças para esse futuro”, diz Henrique Mendes, CEO da Nutrebem. “É mais importante aprender a gerenciar uma carteira digital do que um cofrinho com moedas”.

Nas escolas em que a Nutrebem atua, os pais podem escolher se querem usar os serviços de carteira digital ou se preferem continuar dando aos filhos cartões comuns ou dinheiro. A ideia é que o aplicativo incentive a conversa sobre dinheiro e alimentação com as crianças, não que substitua a educação financeira.

Além de estimular o bolso saudável dos pequenos, a Nutrebem também quer tornar o cardápio das escolas mais nutritivo, como diz o nome da fintech. Os pais recebem um informativo nutricional do que os filhos consumiram no dia e dicas de como melhorar a alimentação. Nas cantinas parceiras, 38% dos produtos são considerados nutritivos, ante 10% nas cantinas tradicionais, segundo a empresa.

Criada por um ex-executivo da Ambev por 16 anos, a fintech faturou R$ 20 milhões em 2018. Neste ano, a empresa recebeu um aporte de R$ 5 milhões do fundo Kviv Ventures, de Raphael Klein, da família fundadora da Casas Bahia. Com o novo investimento, a expectativa é faturar R$ 32 milhões e alcançar 240 escolas parceiras até o fim do ano.

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